Honey, I'm home
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Volteeeeeeeeeeei!
Bem, tecnicamente ainda não é hoje que vos presenteio com um post decente - de vez em quando faço um, tá? - , mas é só pra saberem que estou aqui com mil ideias para posts - sim, já vi o desafio Bratz :P. - mas não vai ser hoje que as escrevo, tenho que me aperaltar e aproveitar a lua cheia.
Instintos Homicidas
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
3 semanas sem o computador, um orçamento bastante desagradável, um reparador lerdo, pouco sexo e praticamente nenhum chocolate.
Se ouvirem falar de um atentado terrorista por estas bandas, provavelmente fui eu.
Então, o meu computador avariou há uns dias, e tenho estado a penar ua vida dramática de exílio blogosférico.
Consigo aceitar comentários no telefone mas não dá jeito nenhum responder ou postar por lá.
Só pra não pensarem que morri ou fui raptado ou assim
Hoje em conversa com uma colega, sobre um outro colega em comum:
Deixa estar, não o queria nem dado, ele é chato como tudo. *risos*Pois, ele se eu o acho chato pra ser meu homem, imagino que pra vocês* ainda é mais chato como mulher
... Ahn?Yah, para nós um gajo serve pra ser o nosso homem, pra vocês*, é para ser vossa mulher *cara extremamente entendida no assunto*.
Estou a tentar perceber até agora a lógica por trás desta afirmação, alguém ajuda?
* subendenta-se por vocês, os gays, num geral
Da traição
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Comecemos por clarificar que não sou uma pessoa minimamente moralista.
Se tivesse que me categorizar numa escala, provavelmente penderia mais depressa para o promíscuo do que o gajo comum , acho que somos livres de fazermos o que queremos e devemos basicamente cagar para o que pensam ou deixam de pensar de nós, desde que ninguém saia prejudicado, whatever.
Se tivesse que me categorizar numa escala, provavelmente penderia mais depressa para o promíscuo do que o gajo comum , acho que somos livres de fazermos o que queremos e devemos basicamente cagar para o que pensam ou deixam de pensar de nós, desde que ninguém saia prejudicado, whatever.
E por causa desta atitude meio despreocupada no que toca a estas coisas - que não tenho problemas em partilhar com ninguém - , tudo o que é gajo que quer chifrar o namorado (ou a namorada, ironicamente), vem bater-me à porta, como se eu fosse um serviço de fast food para comprometido que quer variar na sobremesa.
Vêm todos com a mesma conversa, banham-me em elogios, passam a comparações com o atual parceiro, e seguem-se as rotineiras afirmações,
"ah e tal a relação anda complicada"- Como se eu fosse especialista em conselhos matrimoniais - E eventualmente vem o convite mais ou menos velado, de termos uma coisinha por fora,
"ninguém tem de saber, não te preocupes".
E surpreende-me cada vez que isto acontece, porque aos olhos de todos eles, a única coisa que o torna toda a situação errada, é se alguém descobrir.
Desde que se faça num quartinho de motel, ou na própria cama quando estão sozinhos em casa, está tudo okay, afinal uma árvore que cai na floresta, não faz barulo, porque ninguém ouviu.
E digo sempre que não.
Que não faço tal coisa, porque valorizo demasiado as relações, e quero ter uma, e não é definitivamente assim que lá vou chegar.E afinal, se está tão na merda como me publicita, acabam logo tudo, vai cada um à sua vida e não há esta necessidade ridícula de secretismo.Porque se fosse comigo era o que eu queria que fizessem, e ponho-me sempre no lugar do que não sabe de nada.
E mal saem da minha boca essas palavras, olham para mim de lado, como se estivesse a fingir-me de pudico, só porque não me sujeito a ser "a outra".
Não tenho culpa se nasci pra ser o filme de cartaz, e não a publicidade de intervalo.
Acham que as pessoas dão cada vez menos valor às relações?
Ter um affair é justificável, ou é só desculpa para não ter que lidar com a relação?
Estou a analisar isto de forma muito linear?
O que acham do assunto?
Sabes que és gay quando:
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Quando encontras alguma senhora com um daqueles decotes até ao útero e olhas para lá involuntariamente por uns segundos, não pensas:
"Eh pah, que delicia, quem me dera jogar-lhes a mão que nem um selvagem"É mais um
"Não percebo qual é a obsessão pelas mamas. Eu gosto de um rabo jeitoso, e nem por isso quero ver a rapaziada andar com calças sem fundilhos."
O meu romance trágico com o fitness
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Volta e meia vejo algum rapaz muito jeitoso - e cada vez é menos difícil de esbarrar com um qualquer Adónis anónimo, com a febre do fitness que anda praí - e sinto-me uma bola de gordura, um autêntico garfield sem pêlo.
Não que esteja gordo no efectivo sentido da palavra - ainda tenho olhos na cara para ver que sou magrelo - , mas quando me põem ao pé de algum rapazito com um six pack e 7% de gordura corporal, todo o meu pneu espiritual se revela em força.
Como nem me posso queixar, tendo em conta que o maior exercício físico que faço, é correr atrás do autocarro - se excluirmos sexo, né - a minha consciência tenta subtilmente exercer o seu limitado poder sobre mim, mandando periodicamente sinais, que se traduzem sempre em:
"sabes, devias entrar no ginásio, sua marmota sedentária"
E lá vou eu, desenterrar o meu fato de treino e as minhas únicas sapatilhas desportivas - que estão a dois passos de se tornarem peças de museu de tão velhas que são - e decido virar pessoa saudável.
Ainda tento por algumas vezes arrastar alguém para ir comigo pro ginásio - porque morro de aborrecimento de ir sozinho- , mas acabo sempre a fazer jogging à beira da estrada, e levantar pesos, e fazer flexões abdominais e derivados, sozinho, a suar oceanos enquanto todos os meus músculos se ressentem porque não estão habituados a ser utilizados.
E chega aquele momento do confronto.
Em que tudo acontece em câmara lenta, enquanto te diriges ao espelho mais próximo, prestes a ver a tua figura, passadas duas horas,(ou 40 minutos) de exercicio (mais ou menos) intensivo, e como é óbvioe claramente lógico, espero ver no outro lado do espelho um tipo todo musculado em 2 semanas, como prometem nas revistas.
E estou lá eu, magrelo e fora de forma, como de costume.
Em que tudo acontece em câmara lenta, enquanto te diriges ao espelho mais próximo, prestes a ver a tua figura, passadas duas horas,(ou 40 minutos) de exercicio (mais ou menos) intensivo, e como é óbvio
E estou lá eu, magrelo e fora de forma, como de costume.
E aqui fico extremamente indignado.
Afinal eu já não sou uma pessoa sedentária há duas semanas inteirinhas!
Nada de chocolates, batatas fritas, torresmos, gelados, queijos ou bolachas, durante duas semanas inteirinhas!
É ASSIM QUE ME PAGAS METABOLISMO?
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