O mundo é das crianças [desafio]

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ora bem, o Bratz indicou-me para este desafio, e cá venho eu responder. Não vou nomear 4 blogs, porque não sei de quem tenho mais curiosidade de saber estas coisas por isso fiquem á vontade para responderem todos os que me lêm (daí não aparecerem nem o ponto 7 nem o 8).

1- Quais eram suas 4 brincadeiras prediletas em sua infância?
Ehrm Bem, enquanto criança eu era assim meio criativo, então acabava inventando brincadeirinhas com os amiguinhos e amiguinhas

  • Brincava muito às casinhas, e a todos os derivativos possiveis e imaginários, restaurantes a fingir, médicos a fingir, quintas a fingir, tudo a fingir. desde que desse para construir uma cabaninha e ficar horas entretido, servia, erda definitivamente a minha brincadeira favorita, usar da imaginação.
  • Brincava muito à apanhada.
  • Fazia concursos de canções danças e assim - graças a Deus que não existiam smartphones pra gravar aquelas desgraças -  e depois dávamos troféus aos vencedores.
  • Mímica -  don't ask.


2- Quais foram seus 4 filmes prediletos em sua infância?


  • A pequena sereia (volta e meia revejo, e tenho uma pequena obsessão por sereias desde que me lembro)

  • Rei Leão


  • Em busca do Reino Encantado (ainda choro litros cada vez que vejo a mãe dele morrer)



  • Matilda, a espalha Brasas. Eu vi este filme, tantos milhões de vezes, que de vez em quando ficava convencido que tinha poderes telequinéticos.



3- Qual era o medo que você tinha?
Hm... Sinceramente, nunca tive medo de nada? Sei lá, acho que fui uma criança meio abestalhada e não tinha motivos pra ter medo de nada.

4- Qual era o seu desejo de consumo?
Brinquedos.Dependia do que surgisse naquele ano, mas nenhum em especifico que tenha me marcado, mesmo que não o tenha recebido.
5- Quais eram seus personagens infantis favoritos?


Sailor Moon (até hoje ainda adoro)
Son Goku
Pato Donald
(Lia todas as revistinhas da Disney, mas as do Pato Donald e companhia eram as minhas favoritas)

A turminha da mónica. Tinha uma especial predileção pela Magali, mas gostava de todos por igual.


6- Comparando as crianças daquela época com as atuais,em seu ponto de vista, qual ponto positivo e negativo?
Ponto negativo- As crianças não sabem brincar. Querem crescer muito depressa e não aproveitam pra ser crianças, perderam a imaginação. Vejo fedelhos com 12 anos que já fazem coisas que eu nem com 17 fazia.
Ponto positivo- Têm um acesso mais fácil a coisas que nem existiam há 15 anos atrás. Estão expostas a tecnologia e informação que usadas da forma certa proporcionam muitas oportunidades.

9- Postar uma foto de infância ou algo que fez parte de sua infância
Eu estava sempre a desenhar. Sempre. Tenho duas pastas cheias de desenhos guardada no armário de casa com pequenas pérolas destas.

E pronto, já sabem um pouco mais sobre mim :P

Se foda - ou a odisseia da exclusividade

sábado, 8 de novembro de 2014



Olho para trás e lembro-me quando comecei esta coisa dos encontros.

Entrei meio a medo, com a minha faceta romântica no auge da sua imbecilidade, completamente convencido que era uma coisa temporária, que como em qualquer rom-com, em meia hora encontrava alguém,, e com a mesma facilidade que compro calças em saldos encontraria um rapaz interessante.

Toda a vez que conhecia um rapaz, saíamos uma vez, automaticamente "escusava-me" do mercado dos encontros.
Deixava completamente de ponderar qualquer tipo de procura por alguém.
Na minha cabeça, dois dedos de conversa, um café e uma queca eram o equivalente a estar nalgum derivado de relação séria.
Depois, quando inevitavelmente não dava em nada, porque não tínhamos nada a ver,e o mandava à vida dele ou levava uma tampa astronómica, ficava extremamente infeliz e miserável, até aparecer o próximo e repetir o ciclo.

Comecei a deixar de acreditar em exclusividade eventualmente, e a deixar as coisas rolar.

O que me leva à pergunta do post:


Quando é que é a altura certa para pensar em exclusividade?
Há um mínimo ou máximo de encontros com a mesma pessoa, antes de se ponderar a hipótese de sair do mercado?

E nada de respostas "isso é muito relativo".

Honey, I'm home

sexta-feira, 7 de novembro de 2014


Volteeeeeeeeeeei!
Bem, tecnicamente ainda não é hoje que vos presenteio com um post decente - de vez em quando faço um, tá? - , mas é só pra saberem que estou aqui com mil ideias para posts - sim, já vi o desafio Bratz :P. - mas não vai ser hoje que as escrevo, tenho que me aperaltar e aproveitar a lua cheia.

Instintos Homicidas

segunda-feira, 3 de novembro de 2014


3 semanas sem o computador, um orçamento bastante desagradável, um reparador lerdo, pouco sexo e praticamente nenhum chocolate.
Se ouvirem falar de um atentado terrorista por estas bandas, provavelmente fui eu.

Então, o meu computador avariou há uns dias, e tenho estado a penar ua vida dramática de exílio blogosférico.
Consigo aceitar comentários no telefone mas não dá jeito nenhum responder ou postar por lá.
Só pra não pensarem que morri ou fui raptado ou assim

Hoje em conversa com uma colega, sobre um outro colega em comum:

Deixa estar, não o queria nem dado, ele é chato como tudo. *risos*
Pois, ele se eu o acho chato pra ser meu homem, imagino que pra vocês* ainda é mais chato como mulher
... Ahn?
Yah, para nós um gajo serve pra ser o nosso homem, pra vocês*, é para ser vossa mulher *cara extremamente entendida no assunto*.

 Estou a tentar perceber até agora a lógica por trás desta afirmação, alguém ajuda?

* subendenta-se por vocês, os gays, num geral

Da traição

terça-feira, 14 de outubro de 2014



Comecemos por clarificar que não sou uma pessoa minimamente moralista.
Se tivesse que me categorizar numa escala, provavelmente penderia mais depressa para o promíscuo do que o gajo comum , acho que somos livres de fazermos o que queremos e devemos basicamente cagar para o que pensam ou deixam de pensar de nós, desde que ninguém saia prejudicado, whatever.

Se tivesse que me categorizar numa escala, provavelmente penderia mais depressa para o promíscuo do que o gajo comum , acho que somos livres de fazermos o que queremos e devemos basicamente cagar para o que pensam ou deixam de pensar de nós, desde que ninguém saia prejudicado, whatever.

E por causa desta atitude meio despreocupada no que toca a estas coisas - que não tenho problemas em partilhar com ninguém - , tudo o que é gajo que quer chifrar o namorado (ou a namorada, ironicamente), vem bater-me à porta, como se eu fosse um serviço de fast food para comprometido que quer variar na sobremesa.

Vêm todos com a mesma conversa, banham-me em elogios, passam a comparações com o atual parceiro, e seguem-se as rotineiras afirmações,
"ah e tal a relação anda complicada" 
Como se eu fosse especialista em conselhos matrimoniais - E eventualmente vem o convite mais ou menos velado, de termos uma coisinha por fora,
"ninguém tem de saber, não te preocupes".

E surpreende-me cada vez que isto acontece, porque aos olhos de todos eles, a única coisa que o torna toda a situação errada, é se alguém descobrir.
Desde que se faça num quartinho de motel, ou na própria cama quando estão sozinhos em casa, está tudo okay, afinal uma árvore que cai na floresta, não faz barulo, porque ninguém ouviu.

E digo sempre que não.
Que não faço tal coisa, porque valorizo demasiado as relações, e quero ter uma, e não é definitivamente assim que lá vou chegar.E afinal, se está tão na merda como me publicita, acabam logo tudo, vai cada um à sua vida e não há esta necessidade ridícula de secretismo.Porque se fosse comigo era o que eu queria que fizessem, e ponho-me sempre no lugar do que não sabe de nada.

E mal saem da minha boca essas palavras, olham para mim de lado, como se estivesse a fingir-me de pudico, só porque não me sujeito a ser "a outra".

Não tenho culpa se nasci pra ser o filme de cartaz, e não a publicidade de intervalo.

Acham que as pessoas dão cada vez menos valor às relações?
Ter um affair é justificável, ou é só desculpa para não ter que lidar com a relação?
Estou a analisar isto de forma muito linear?
O que acham do assunto?