Aconteceu tão depressa.
Mal olhei para ti, senti-o.
Parece que estou preso num filme.
Vejo todos os teus movimentos em câmara lenta.
O pior, é que eu sei que percebeste.
Sei que sabes que não consegui ficar indiferente.
Ainda assim, sinto aquele típico medo, sem saber como reagir, sinto-me corar, e evito a inevitável troca de olhares.
A boca sabe-me a agridoce, num misto de excitação e pavor, e embora a vontade de me aproximar seja muita, o formigueiro, que passa das minhas bochechas vermelhas ao meu coração, que palpita como louco, querendo saltar-me pela boca, impede-me.
Não acredito que me está a acontecer de novo.
Prometi a mim mesmo que não ia deixar-me dominar, mas é mais forte que eu.
Eventualmente afasto-me, sem dizer nada, remeto-me ao silêncio, enquanto tento esquecer toda a situação, deixando para trás a doce recordação de quando te vi, e senti
Vergonha alheia
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| Isso são calças skinny? Acho que consigo fazer te uma palpação à próstata, só de olhar. |
Costumam sentir muitas vezes a bela da vergonha alheia?
O que é preciso para despoletar em vossos corações tão nobre sentimento?
(para mim basta um bebedo que não aguente a bebida, ou alguém barraqueiro)
(vá, que vou ali comentar os vossos blogs e depois respondo aos comentários daqui)








