Cupido, vai à merda
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Arranquei a cabeça do último ursinho de peluche, que olhava para mim com um sorriso vago e desafiador, sentei-me no sofá, a comer os chocolates de avelã directamente da caixa em forma de coração, enquanto na TV passava a vigésima notícia do dia sobre a prenda perfeita para a sua cara metade.
Amarrotei furiosamente os postais, todos vermelhos, com detalhes dourados e juras eternas de amor numa bola e atingi-te na cabeça, cheia de cachos dourados.
Olhaste para mim com os teus olhos azuis desproporcionais ao teu pequeno corpo rechonchudo, confuso e arrependido.
Pensei inscrever-te no colégio militar, nos escuteiros , cheguei até a largar-te no meio da 76ª edição dos hunger games, mas parece que nada faz com que a tua flecha atinja o alvo certo.
Talvez deva investir no teu material.
Comprar-te uma caçadeira. uma espingarda.
Um lança misseis com detector de calor.
Qualquer coisa deve funcionar melhor que esse arco.
Sabes que mais?
Estou completamente farto da tua pontaria.
Pego-te pelo pescoço, enquanto estrebuchas e me pedes perdão.
"Para a próxima é que acerto, prometo"
"Abuso infantil!" grita horrorizada a vizinha do prédio ao lado.
abro a janela e atiro-te com força do 4º andar.
Sinto-me vingado... até me lembrar que o cupido tem asas.
Eu ia falar nos grammys...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
...Mas vou antes dedicar esta música ao Ricardo costa e ao namorado. vamos dançar uma linda kizombada Mamalhoa style?
Guilty Pleasure
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
É sexta feira à noite, estão tipo 5 graus, e em vez de estar a preparar-me para sair, estou de pijama a comer bolachas e a ver a minha "série" de barraco favorita, enquanto rio que nem um perdido.
Digam-me:
Qual é o vosso maior guilty Pleasure?
A ver se é este fim de semana que finalmente respondo aos vossos comentários e dou uma passada pelos vossos blogs.
E não, não havia clipes pequenos para partilhar.
E sim, eu sei que é muito mau, that's the point.
Digam-me:
Qual é o vosso maior guilty Pleasure?
A ver se é este fim de semana que finalmente respondo aos vossos comentários e dou uma passada pelos vossos blogs.
E não, não havia clipes pequenos para partilhar.
E sim, eu sei que é muito mau, that's the point.
Sobre os Bissexuais:
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
São Bi?
Querem comer mulher?
Okay, aceito, acredito e até aprovo.
Comam filhos, comam.
Mas já agora, assim como assim, deixem os homens para nós, beeshas selectivas.
É que já há poucos, e o mercado anda em crise.
Elas agradecem, e eu também.
PS: Apeteceu-me.
PS2: Se não percebem piadas, too bad, so sad.
PS3: Não isto não é a resposta à nossa conversa Aaron :P
PS2: Se não percebem piadas, too bad, so sad.
PS3: Não isto não é a resposta à nossa conversa Aaron :P
O Complicado
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Todos nós queremos a mesma coisa.
O grande A.
L'amour,
As borboletas no estômago.
Aquela felicidade parva que vem de dentro quando pensas na pessoa, sem grande motivação inerente, aquele conforto de sabermos que afinal, até não estamos sozinhos no mundo.
Porque amigos é muito bonito, é maravilhoso e o diabo aos quatro, mas não é a mesma coisa.
E às vezes, acho que passo a sensação de omnisciência. mas eu não sei tudo.
Muito menos sobre estas coisas. Estou tão ou mais perdido que qualquer um de vocês que me leêm.
Apenas sei que isto vai muito por tentativa e erro, e eu tenho tentado e errado bastante - não tenho grandes problemas em admiti-lo - porque os sentimentos são um bocado como um móvel do IKEA.
Muito menos sobre estas coisas. Estou tão ou mais perdido que qualquer um de vocês que me leêm.
Apenas sei que isto vai muito por tentativa e erro, e eu tenho tentado e errado bastante - não tenho grandes problemas em admiti-lo - porque os sentimentos são um bocado como um móvel do IKEA.
Pode parecer muito simples, e até é relativamente simples, mas sem livro de instruções, dá sempre em cagada monumental, e nalguns dedos martelados.
E com esta piquena introdução, vou quebrar a única regra que criei para mim mesmo quando fiz este blog. Nunca falar de uma situação ainda por resolver.
Conhecemos-nos há 3 meses e desde então temos estado algures numa relação.
A típica pergunta "Então, e quando oficializam? Quando passam a namorados?" desmultiplicou-se pelas bocas dos meus amigos.
E ficavam espantadíssimos quando eu dizia "Ainda é muito cedo. estou a palpar terreno. Quero conhecê-lo antes de me atirar de cabeça." Era como se estivesse a falar mandarim subitamente.
Conhecemos-nos há 3 meses e desde então temos estado algures numa relação.
A típica pergunta "Então, e quando oficializam? Quando passam a namorados?" desmultiplicou-se pelas bocas dos meus amigos.
E ficavam espantadíssimos quando eu dizia "Ainda é muito cedo. estou a palpar terreno. Quero conhecê-lo antes de me atirar de cabeça." Era como se estivesse a falar mandarim subitamente.
O erro maior em que as pessoas caem, é pensarem que isto é tudo automático.Que conheces um gajo, trocam algumas conversas melosas, e BAM vamos cavalgar para o horizonte num cavalo branco a ouvir paula fernandes como música de fundo viver felizes para sempre com 5 filhos adotados de países de terceiro mundo, qual Brangelina.
Envolvemo-nos.
Perdi-me na aventura que é conhecer outra pessoa, com esperanças de algo bom.
adaptei me às diferenças, e aceitei as pequenas dificuldades.
Porque elas estão lá.
E comecei a ceder.
E pus o ego de lado, quando inventava desculpas para não estar comigo, e depois ia sair.
E continuei a ceder,e a aceitar claras demonstrações de indiferença, até culminarmos num ponto de não nos vermos há uma semana - trabalho e localidades diferentes pelo meio - , encontrarmos-nos num bar e ele mal me falar, porque "Estava com amigos e não me podia dar atenção".
E aqui dei por mim a por um travão e pensar:
"Mas que merda é que tu estás a fazer Miguel?"
E até agora não sei bem o que faça. Porque a resposta é dolorosamente óbvia, mas eu contiuo a gostar dele no fim de contas.
E sim, é preciso trabalhar numa relação,
Sim, é preciso ceder.
Sim, é preciso aceitar a diferença.
Sim é preciso ter paciência.
Mas e quando não é reciproco?
Vale a pena pôr em causa o nosso amor próprio e felicidade?
Tudo vale a pena para não ficarmos sozinhos?
Perdi-me na aventura que é conhecer outra pessoa, com esperanças de algo bom.
adaptei me às diferenças, e aceitei as pequenas dificuldades.
Porque elas estão lá.
E comecei a ceder.
E aqui poderíamos entrar numa ladainha, mas a verdade é que se queres que a tua relação dê certo, tens que saber ceder. Porque é uma relação, Não uma batalha de egos,E quando comecei a senti-lo diferente, resolvi ignorar a intuição e tentar.
Há duas pessoas envolvidas, com necessidades e individualidade, e tem que se encontrar um meio termo.
Não é saudável nem credível que uma relação exista só em volta de uma das metades.
Porque o maior erro que vejo por aí, são pessoas que se queixam de estar sozinhas, mas não se esforçam minimamente por que a relação funcione. Um extremo my way or no way.Por isso, não me importava quando ele remarcava, porque tinha planos com amigos. Afinal eles estavam lá antes de mim. e não sou propriamente controlador.
E pus o ego de lado, quando inventava desculpas para não estar comigo, e depois ia sair.
E continuei a ceder,e a aceitar claras demonstrações de indiferença, até culminarmos num ponto de não nos vermos há uma semana - trabalho e localidades diferentes pelo meio - , encontrarmos-nos num bar e ele mal me falar, porque "Estava com amigos e não me podia dar atenção".
E aqui dei por mim a por um travão e pensar:
"Mas que merda é que tu estás a fazer Miguel?"
E até agora não sei bem o que faça. Porque a resposta é dolorosamente óbvia, mas eu contiuo a gostar dele no fim de contas.
E sim, é preciso trabalhar numa relação,
Sim, é preciso ceder.
Sim, é preciso aceitar a diferença.
Sim é preciso ter paciência.
Mas e quando não é reciproco?
Vale a pena pôr em causa o nosso amor próprio e felicidade?
Tudo vale a pena para não ficarmos sozinhos?
Digam-me vocês.
Os Gregos e os Troianos que vão pro caralh*
sábado, 31 de janeiro de 2015
Desde sempre que tive a mania de carregar o mundo ás costas.
De me interessar pelos outros, de querer ajudar e ouvir problemas, dar conselhos e tentar ser simpático mesmo que não me apeteça muito.
Mas às vezes uma pessoa acorda sem paciência.
Sem paciência para fazer salinha, para querer saber de problemas de alguém que não e si mesmo.
A aproveitar aquelas deliciosas de egoísmo que de também existem.
E nessas alturas, em vez de receberes a mesma paciência que libertaste para o universo, recebes cobranças.
E acabas com vontade de mandar toda a gente sentar num cone de trânsito barrado a mel e depois largar uma colónia de formigas de fogo dentro da cueca, só porque respiraram na nossa direcção com demasiada força.
E hoje estou num desses, só para ficarem avisados.
I'm out.
Tropeça, cai e levanta-te.
Se não te cansares de te levantar, eventualmente deixarás de cair.
Quando?
Não sei.
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