Porque euzinho também mereço.
Hoje fui turista
sábado, 4 de junho de 2016
Sabes que és gay quando:
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Não mudas de fila no supermercado, com outras mais pequenas disponíveis porque o rapazinho à tua frente está a usar umas calças que lhe realçam bastante o pacote.
E ele percebe que estàs a olhar e também não muda de fila
O armário do filho único...
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Irmãos influenciam quando toca a sair do armário?
Digam-me o que acham, debatam e conversem
O ex nostálgico
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Como tantas outras histórias de "amor" entre dois rapazes, começámos no manhunt...
Ou foi no Grindr?
Hornet?
Não sei, é igual ao litro.
A fase da lua de mel veio e foi-se, o encanto morreu, ficaram as memórias de quecas bem dadas - modéstia à parte -, os investimentos em preservativos com sabores, e a costumeira promessa de manter o contacto.
O tempo voa, e o contacto foi na melhor das hipóteses telegráfico.
Perguntas de trabalho, dos estudos, do cão do gato e do periquito, sem qualquer resquício do romance meloso que outrora bateu em nossos corações - ou seriam virilhas?
Poderia acabar por aqui, uma trágica história de um romance que nunca o chegou a ser, um souflé que desabou antes de estar pronto.
Mas obviamente não se ficou por aqui.
Volta e meia, nas épocas festivas quando a fome é negra e o grindr anda às moscas, magicamente a memória funciona , e lá se lembra do meu número de telefone para enviar sentidas mensagens de saudade e introspecção.
Saindo do trabalho, um destes dias, o telefone volta a vibrar, trazendo consigo uma pergunta inócua quebra o silêncio de meses.
"Como estás? Tenho pensado em ti."E embora à primeira vista não pareça, eu já sei imediatamente que isto é uma uma tentativa desesperada de me voltar a saltar para a cueca.
A converseta floreada passa pela localização geográfica do dito cujo, e rapidamente escala para um digno:
"Tenho saudades de te arranhar as costas"ou
"Lembras-te da ultima vez que demos uma?"E não sei sei é suposto o meu cérebro estar algures na minha glande, porque só assim se explica a noção de que era suposto ir a correr cada vez que um marmanjo qualquer se lembrar que eu só sirvo para lhe apagar o fogo.
Sorrio malevolamente, enquanto a minha consciência me sugere que o faça sofrer um bocado, antes de lhe cortar as asas.
Quando eventualmente me aborreço da conversa, e o informo da minha atual relação, rebate com um:
"Ah, ainda andas nisso? Pensei que tivesses vontade. Fica para a próxima"
Porque com propostas assim, quem consegue resistir, nénon?
Fica a pergunta:
A primeira vez que beijei um rapaz
sábado, 19 de março de 2016
"Vens ver um filme a minha casa?"- Não consigo deixar de pensar que se todos os convites destes resultassem mesmo num filme assistido, tinha o equivalente a um mestrado em análise cinematográfica moderna.-
E lá fui, num misto de ingenuidade e expectativa que fazia o meu estomago girar mais depressa que uma máquina de lavar no programa de centrifugação - afinal, nunca tinha em nenhuma espécie de encontro, muito menos com um homem.
Acontecia tudo numa espécie de câmara [insistentemente] lenta que tornava as conversas em ecos distantes.
Falámos efetivamente em filmes, lembro-me de ver uma coleção simpática de filmes de terror, e tenho uma muito vaga ideia de me ter feito sugestões enquanto se aproximava, não muito discretamente.
Cheirava bem, a after shave e tabaco, uma combinação estranhamente agradável, lembro-me de ter as palmas das mãos suadas, um mar de dúvidas e autorecriminações a inundar-me a cabeça - afinal estava a forçar aberta a porta do armário que se manteve escrupulosamente fechada anos a fio.
E depois aconteceu.
E pode parecer anticlimático, mas mal as nossas bocas se encontraram e a barba me arranhou a cara não senti nenhum tipo de borboletas ou qualquer outro inseto esvoaçante no sistema digestivo como é da praxe, Não tive nenhuma epifania religiosa;
Nenhum chamado divino;
Senti apenas uma alívio imenso.
As preocupações foram-se todas pela janela á medida que o beijo se prolongava, agora a uma velocidade agora acelerada.
O beijo?
Foi bom, mas o que recordo sempre é aquele alívio imenso.
E vocês, ainda se lembram?
O cupido é um bocadinho filho da puta
sábado, 12 de março de 2016
Quando ando só e abandonado pelas ruas da amargura, é todo um comício de avantesmas, gajos sem ponta por onde pegar - sem ser a lá de baixo, não é verdade.
Mal começo a estabilizar com alguém de que gosto minimamente, aparecem partidos interessantes de todos os lados, como moscas atrás de fruta madura.
Isto é só comigo?
E neste dia da mulher, continuo com uma grande dúvida:
terça-feira, 8 de março de 2016
Como é que porra ainda existem gays que não são feministas?
É igualdade minha gente, pura e dura.
E nós mais que qualquer pessoa devíamos querer isso.
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